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Secid retoma obras da ponte Benedito de Figueiredo

O prazo de conclusão da obra sobre o rio Coxipó (entre os bairros Coophema e Praeirinho) é de 15 dias e vai aproveitar o período de férias escolares.
Maricelle Lima Vieira | Secid - MT

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A continuidade da obra de reconstrução da cabeceira da ponte Benedito de Figueiredo sobre o rio Coxipó, localizada entre os bairros Coophema e Praeirinho, em Cuiabá, tem início nesta terça-feira (03). A via já está interditada nos dois sentidos e aproveita o período de férias escolares. O trabalho está sendo desenvolvido de forma estratégica em conjunto entre a Secretaria de Estado das Cidades (Secid), Defesa Civil municipal e Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá.

Entre os itens previstos na obra estão a estabilização da margem esquerda da cabeceira da ponte com a utilização de gabiões caixa (tipo de estrutura armada, flexível, drenante e de grande durabilidade e resistência) e o reaterro compactado da área.

A estratégia, segundo o secretário adjunto de Obras Públicas da Secid, Ernesto Negretti, é concluir a obra e devido o fluxo de veículos terminar o quanto antes, sendo prazo de termino de 15 dias. “A obra é urgente e faz parte do conjunto de prioridade do Governo de Mato Grosso. Queremos reiniciá-la e devolver à sociedade o tráfego sobre essa ponte, pois o bloqueio afeta o trânsito das avenidas Fernando Correa da Costa e Beira Rio”. 

Negretti esclarece que em fevereiro de 2017 a ponte foi interditada pela primeira vez devido ao desmoronamento de parte da margem esquerda da estrutura. O problema aconteceu devido à mudança no curso do rio Coxipó, que corta o local. Os reparos emergenciais foram feitos pela Prefeitura Municipal de Cuiabá com base em projetos elaborados pela Secid-MT, na época.

Após processo licitatório para obras que resolveriam totalmente o problema, a empresa A.I Fernandes Serviços de Engenharia iniciou os trabalhos. Terminado o prazo de 90 dias estabelecido para a conclusão total da obra, apenas 33% dos serviços foram executados, mesmo diante das notificações da equipe de fiscalização da pasta. Devido ao não cumprimento do cronograma de obra e de outras cláusulas contratuais, a secretaria rompeu o contrato com a construtora unilateralmente.

Após o reinício do período chuvoso, novos desmoronamentos ocorreram no local. A Defesa Civil de Cuiabá decretou situação de emergência e uma nova interdição total da Benedito de Figueiredo em dezembro de 2017.

Parceria

Desde o início dos primeiros desmoronamentos, em fevereiro de 2017, as interdições e medidas paliativas foram executadas por meio da parceria entre Estado e Município. A construtora Conenge, contratada emergencialmente, realiza a obra por R$ 514,4 mil.